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Inclusão escolar não pode depender da boa vontade individual.
Para gerar segurança pedagógica e resultados consistentes, a inclusão precisa ser uma política institucional.
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Em muitas redes, a inclusão ainda é tratada no improviso: decisões sob pressão, adaptações isoladas e ausência de fluxo claro entre gestão, apoio e docência.
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Quando não há estrutura institucional, o cenário costuma ser este:
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Responsabilidade concentrada no professor regente. |
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Dependência da iniciativa individual do professor de apoio. |
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Ações reativas, sem planejamento integrado. |
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Desgaste contínuo da equipe escolar. |
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Insegurança pedagógica para o aluno. |
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O ponto de virada: inclusão baseada em evidências exige organização pedagógica, alinhamento de equipe e clareza de papel. Não é apenas adaptar atividades. É estruturar práticas.
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André Brito, Doutor em Educação Especial
A inclusão estruturada começa quando a rede assume responsabilidade institucional.
Sem método, não há consistência.
Sem organização, não há segurança pedagógica.
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